BEDA Dia 20 – Eu passarinho

Seguindo a onda do sábado good vibes, hoje um poeminha:

Poeminho do contra

Todos esses que aí estão

Atravancando meu caminho,

Eles passarão

Eu passarinho!

(Mario Quintana)

E pra ilustrar o poema (pausa apenas pra comentar o quanto Mario Quintana é amor!), o Odorico:

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O Odorico é um sebinho que mora com a Odorica numa árvore ao lado da minha janela. Nada de anormal até aí, não fosse o fato de que há uns dias atrás ele resolveu adentrar meu quarto para brigar com o espelho:

Usufruindo de uma dessas coisas maravilhosas que a internet nos proporciona, descobri que sebinhos adoram banana. E aí…

Odorico filando uma banana :-)

Odorico filando uma banana 🙂

E depois veio a Odorica :-D

E depois veio a Odorica 😀

AGORA-ME-DIZ-SE-ISSO-NÃO-É-A-COISA-MAIS-QUERIDA-DO-MUNDO? Odorico pode ser o próximo personagem, depois da Genevive… Veremos.

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Genevive

Quase todo mundo que gostava muito das aulas de português já pensou alguma vez na vida em ser escritor. Ou arriscou uns poeminhas na adolescência. Comigo não foi diferente.  Depois que eu descobri meu amor pela leitura, passei boa parte da adolescência lendo Agatha Christie. Era um livro dela por semana, às vezes mais. Então, lá pelos 18, eu escrevi meu próprio romance policial, muito imitando me inspirando na Agatha. E lembro que nessa mesma época eu tive uma ideia pra outro romance, este não policial. Era um romance bem romântico e trágico,  e eu passava horas pensando nele: na história, nos personagens e até nos atores que os encenariam na versão cinematográfica – pouco delirante desde sempre, rsrsrsrs.

Tipo Caco.

D-O-I-D-A

Vale a observação de que tudo isso foi antes do advento do computador chegar na minha casa. O romance policial foi escrito num bolo de folhas de caderno, e a história de Jamile e Joel  – estes eram o meu casal trágico – eu anotei  resumidamente num pedacinho minúsculo de papel, pra não esquecer. Porque, veja bem, todas minhas obras seriam escritas e passadas a limpo quando o computador chegasse.  E eu ficava pensando, “quando eu tiver o computador eu…”. Aham.  Aí um dia eu comecei a achar aquilo tudo muito besta e joguei todos meus escritos fora. Não lembro se foi antes ou depois do computador chegar, mas o fato é que, depois que ele chegou, eu não escrevi uma única linha.

O problema não era o computador...

O problema não era o computador…

Muitos e muitos anos depois, a vontade de escrever alguma coisa apareceu de novo. E mais do que ela, uma crise interna em que eu me perguntava por que foi que eu tinha parado de escrever. E eu realmente não sei a resposta. Também penso que se eu tivesse continuado com aqueles romances bobinhos, eles podiam ter se tornado algo melhor, eu teria praticado mais a escrita, sei lá… Aí, que drama.

Cry

Drama? Temos.

A vontade de escrever foi tomando uma forma um pouquinho mais consistente, e surgiu a ideia de fazer uma parceria com o namorido: eu escrevendo, ele ilustrando. E ele ilustra muito melhor do que eu escrevo, então estou muito no lucro  😀 Foi dessa parceria que nasceu a Genevive, a cabra:

Genenvive3

AAAAH, mas agora não é mais um romance trágico ou policial. É uma história infantil 🙂

A Genevive é a protagonista da história, que está terminando de ser lindamente desenhada <3. E mais do que isso, a Genevive é uma tentativa de voltar a escrever e me divertir com isso. Assim que estiver tudo pronto, iremos compartilhar por aqui 😉 Mesmo assim, acho que já posso riscar da lista:

  • Concluir o projeto “escrever livro infantil”. 
Muááh

Muááh